sexta-feira, 11 de julho de 2025

ALERTA PARA QUEM FAZ O "GRAU"

       É considerado crime no caso de acidentes. O infrator pode perder o direito de pilotar. Além é claro, de pagar multas e ou até ser preso. 
       Ainda em 2025 não existem locais preparados somente para a exibição de tais atos. Estou me referindo esse tempo todo ao tal fato de "dar grau" com a motocicleta (ou bicicleta). 
       Muito comum nas cidades quando se pega uma rua em linha reta os jovens impinarem suas motos e andar com uma só roda. Eles acham ser muito bonito e assim na intenção de impressionar as moças que estão passando. 
       O grande problema é que este ato coloca em risco a vida de muitos. Crianças ou idosos e por que não, jovens e adultos? Todos correm risco de serem atropelados. E assim, ser uma vítima fatal. 
       Mais que ser preso ou arcar com a multa é matar uma pessoa que ainda tem planos de vida. E tudo isso por uma "brincadeira" totalmente evitável e sem necessidade. Algo que sinceramente não acrescenta nada de bom na corrida do motoqueiro. 
       Enfim, moto ou bicicleta há de se andar com respeito e pouca velocidade. No trânsito a vida vem em primeiro lugar. Respeite a faixa de pedestres e os semáforos e ande com segurança. 
       Pra fechar quero deixar um alerta para quem solta pipa (papagaio). Pelo amor de Deus, não usem cerol na linha. Isso pode tirar a vida de um motoqueiro ou ciclista. Também de pedestres. Cada um de nós há de fazer sua parte. Nada de grau e nem cerol! 

segunda-feira, 7 de julho de 2025

O OUTRO LADO

       A dor do arrependimento para quem erra e sabe que errou. Com que cara olhar para os pais após cometer tamanha barbaridade? Como confessar ao padre o pecado tão grave? E ter em mente ser o pior ser humano. 
       Não é que eu queira me defender, mas eu não queria ser assim. Já suspeitei sofrer ataques espirituais. Mas por quê? Quais foram as brechas que eu abri? Estou pagando pelos erros dos outros? 
       Eu não encontrei respostas. Já me disseram ter depressão e tudo porque penso em suicídio. Mas também como não pensar se por todos os lados que olho tudo me ferra? Tudo me condena! 
       Os pastores evangélicos disseram ser algo espiritual; os padres pediram para eu me manter em tratamento psiquiátricos e psicológicos além de me manter em terapia de confissão. Cada um fala uma coisa. E minha fé fica abalada a cada novo dia. 
       Eu faço o que faço não por safadeza... eu não gosto de ser assim. Eu sei que faz mal. Eu entendo. Mas eu sinto necessidade de fazer. E tudo o que me dizem é que é crime, que é errado... que posso ser preso. 
       Por sentir necessidade de fazer carnalmente falando e sentir necessidade de parar psicologicamente e espiritualmente é que penso em me matar. São muitos conflitos internos! 
       Entender que não pode eu já entendi, mas como faço para não agir como tal sentimento de ficar, me relacionar com menores de idade? 
       Já entenderam que não há nada a meu favor? Nada! Se eu viver viverei com esse espinho na carne. Não sei o que fazer. Estar do lado das leis e me condenar agora é fácil! Queria ver se estivesse do outro lado! 
       Enfim, o quê que eu faço? Quem vai me socorrer nessa causa? Eu abusador de menores? Isso para não dizer est... PARA! Isso não! Afs, que grande confusão mental eu vivo. Alguém poderá me ajudar? Como? É por fim só perguntas e um turbilhão de sensações, entre elas a culpa! 
A história acima é ficção. 

terça-feira, 1 de julho de 2025

MARIA DAS DORES E MARIA REMÉDIOS

       Maria das Dores é uma jovem de 27 anos de idade. E tem por irmã Maria Remédios de 24 anos. 
       Maria das Dores desde a infância até os dias de hoje sofre com fortes dores de cabeça, na coluna e nos ossos. E embora tenha realizados exames como tomografia, por exemplo, nunca descobriu nada.
       Todas essas dores tem atrapalhado Maria a conseguir um trabalho. Embora esforçada, mal consegue realizar os trabalhos domésticos. 
       Maria Remédios tem feito o que pode para ajudar a irmã. A leva para tudo que é médico. E cada especialista (psiquiatra, ginecologista, ortopedista, reumatologista, etc.) receita um tipo de remédio diferente para a das Dores. 
       E Maria fica de remédio em remédio ajudando ou matando sua irmã aos poucos. Maria Remédios já aprendeu até aplicar injeção na irmã para aliviar as dores de Maria das Dores. 
       Embora perigoso o caso de cirrose medicamentosa as duas Marias seguem suas vidas desse jeito: Maria das Dores com as dores e Maria Remédios com os remédios. 

André L Dornelas 

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DIREITOS DOS AUTISTAS E DE SEUS ACOMPANHANTES

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