Palavras, gestos e agressões físicas. A forma de sofrer a violência varia, mas no fim é o mesmo bullying. Ele causa dor, sensação de estar sozinho, de não ser aceito naquele ambiente.
O bullying sofrido leva à depressão que pode levar ao suicídio. Por isso, é importante ensinar a criança desde novinha que não se pode cometer tais atos.
Nas escolas públicas - e falo das públicas porque passei por elas até me formar no Ensino Médio - não tem psicólogos para ajudar as crianças e adolescentes. Mas seria de grande importância se os governos estaduais ou federais exigissem ao menos um profissional na área em cada escola pública.
É preciso educar de novo não somente as crianças, mas também os pais. Isso porque muitas vezes, o preconceito começa em casa, na família, nos adultos. Vemos isso, por exemplo, nos estádios de futebol pelo mundo no qual os pais levam seus filhos para assistirem aos jogos e lá cometem atos racistas na frente dos filhos. O que estamos ensinando?
O bullying precisa acabar. A sociedade precisa voltar-se à paz de espírito! Respeitar todos como iguais. Hoje vemos nas escolinhas e creche preconceitos com gordinhos, autistas... é preciso corrigir desde cedo. Acordar as famílias!
A igreja pode também agir nisso com companhas de paz na família, campanha da fraternidade e assim por diante.
Nenhum comentário:
Postar um comentário